Sunday, September 30

porque a memória é de pedra

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. Souvenir de Voyage III, 1951
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O homem ama na terra natal os seus hábitos, se ali reside ou residiu muito tempo; ama a sua casa e o seu agro, se os tem; e ama, sobretudo, a sua infância, que lhe comandará a vida inteira e se amalgama com o drama biológico do envelhecimento e da morte.
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David Mourão-Ferreira
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10 comments:

Mar Arável said...

Não há morte para o sonho

Conheci o David
ele distinguiu o corpo do sonho.

Boa memória

Anonymous said...

:)))))))))))))
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"não HÁ morte no sonho!
______"


imf.


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um beijo.


y.

Bandida said...

ama. ama. ama. em desvarios.



beijo teresamar.


B.

rigoletto said...

O espaço é o mesmo.

Tudo o resto, não.

Voltar sem reviver.
Voltar em vão.
Ter pressa de partir.

teresamaremar said...

Boa noite Mar Arável

a memória, fascinante mecanismo que selecciona e rejeita.

teresamaremar said...

Olá Y
:))))

não há morte no sonho, assim os sonhos nunca morram


beijo

teresamaremar said...

Bandida,

amar e ser amado, o desejo primordial

beijo

teresamaremar said...

Rigoletto,

pressa de partir rumo ao recanto dentro de nós, onde os lugares permanecem os mesmos.

hora tardia said...

bem regressada!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




_____________________.


kiss.

teresamaremar said...

:)))) beijo Y